quarta-feira, 3 de agosto de 2016

PDE pelo mundo

















Na matéria de hoje vamos conhecer um pouco mais sobre essa dupla de professores ANA FLAVIA e LUIZ HENRIQUE, que estão sempre viajando em Workshops (Juiz de Fora/MG , Niterói/RJ e Itajubá/MG), para promover o nosso melhor estilo de dança “O FORRÓ” !

Pedimos a nossa querida “Aninha”, que nos transmitisse as suas impressões sobre este tipo de ação.
Vale apena ler...


1 – COMO É A EXPERIÊNCIA DE WORKSHOP? (é diferente da rotina das aulas? o que tem de novo?)
É uma experiência maravilhosa. Da pra ver que os alunos que fazem o workshop tem uma vontade imensa de aprender. Nos tentamos sempre levar a energia que o Pé Descalço transmite nas aulas normais para onde formos, e o mais legal é que o pessoal de fora sempre consegue fazer com que essa energia e interação continue o tempo todo, isso é fantástico!

2- EXISTE ALGUM PLANEJAMENTO DOS CONTEÚDOS? OU A ESCOLA/UNIDADE QUEM DEFINE O QUE SERÁ REPASSADO.
Sim. Existe um planejamento completo dos conteúdos que vamos trabalhar durante esses workshop. Quem decide esses conteúdos são os professores que vão fazer o trabalho!

3- COMO É NORMALMENTE A RECEPTIVIDADE DOS ALUNOS, ESCOLAS E ATÉ A CIDADE QUE VISITOU?
O que mais me encantou em todos os workshops que já apliquei, foi justamente a receptividade das pessoas. Tratam a gente como se já nos conhecêssemos há muito tempo, com todo carinho e atenção!

4 - COMENTE SOBRE OS MOMENTOS QUE MAIS GOSTOU.
Meu primeiro workshop para Juiz de Fora foi encantador. É uma cidade maravilhosa, e as pessoas que conhecemos lá são pessoas que vou levar pra minha vida toda!
Depois de um tempinho fomos para Niterói, uma viagem repleta de amor e carinho... é uma coisa que me marcou muito foi que na hora de ir embora deu aquele aperto no coração!
Em Itajubá.. a viagem mais louca que já fiz!.. resume-se em: festas, diversão, muitas risadas e amigos pra vida ! Uma viagem inesquecível!

5 – COMO O WORKSHOP ACRESCENTOU PARA VOCÊ COMO PROFISSIONAL DE DANÇA?
Acrescentou muito, nós criamos uma responsabilidade muito grande, pois exige muita atenção, segurança, autoconfiança e um bom conteúdo pra ser trabalhado.






quinta-feira, 28 de julho de 2016

PÉS DESCALÇOS EM ITAÚNAS – 16º FESTIVAL NACIONAL DE FORRÓ


Tudo que é bom deve durar para sempre!

O que esperar de uma galera pra lá de animada, fissurada por forró e descobrindo o paraíso alucinado de Itaúnas/ES!
No dia 15/07/2016, partimos em excursões e grupos com destino a vila de Itaúnas para o grande evento “16º Festival Nacional de Forró”!
Uma vila simples e charmosa;
Tranquila e movimentada;
Rústica na medida certa;

Entre passeios, andanças, praia, sol e mar!
Encontros nos forrós, no Reggae da ponte, na Padaria e Crepe Samba, diversão com certeza não faltou!
Foi uma semana intensa, que marcou a vida de todos que tiveram a oportunidade de ir e vivenciar este lugar!
Itaúnas é assim: você chega, conhece e sempre quer voltar!
Deixamos aqui o registro dos incríveis momentos que passamos juntos. Ano que vem tem mais...

A GALERA QUE COMPARECEU!












O QUE NÃO SE ESQUECE EM DUNAS: 


  • Litros de catuaba com açaí; 
  • Das bebidas: perereca sem noção, pau de índio, tapa na racha, licor de jenipapo e maracujá; 
  • Dos 800 metros diários andando (idas + voltas), para chegar nas dunas; 
  • Do frenético forró da padaria; 
  • Dos incríveis sanfoneiros e zabumbeiros que encontramos nas esquinas; 
  • Dos shows que presenciamos no festival (das bandas e o amor pelo forró); 
  • Do samba de melhor qualidade no Crepe Samba; 
  • Do reggae raiz tocado na ponte; 
  • Das crianças nativas vendendo o que há de melhor (doces, brigadeiros); 
  • Dos salgadinhos ao lado do Açai Irerê; 
  • Da areia agarrada nas sapatilhas e chinelos; 
  • Da vida simples (tenho tudo nas mãos,mas não tenho nada! - Falamansa); 
  • Das zueiras com os amigos e de como sobreviver como “zumbis forrozeiros” em 7 dias; 
  • E o melhor: “o que acontece em Dunas, fica em Dunas”! rsrs..  





UM POUCO DE ITAÚNAS... 





Um pouquinho de alguns shows



quinta-feira, 30 de junho de 2016

Feliz Aniversário Prof Alex


O dia do presidente: 


Ele não gosta de falar, mas todo mundo sempre descobre! 
Como não homenagear nosso professor querido Alex Alvim?
No mês de Junho/2016, os alunos reuniram para realizar o tradicional RODÃO de aniversário, com direito a bolo e guaraná! 

Registramos aqui este momento tão especial..

Parabéns! 

terça-feira, 28 de junho de 2016

Festa Julhina - 5ª Edição



Festa do Elástico

Ao clicar no album de fotos, você será redirecionado para a página do PD Eldorado no Facebook. Verifique se você tem permissões para acessar o facebook deste local.
Não é preciso ter conta ou estar logado para visualizar as fotos.
Clique aqui caso não esteja visualizando o album.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

FORRÓ NÃO É SHOW SOLO! - DANÇANDO UM PARA O OUTRO

Quantas vezes escutamos isso nas aulas de Forró no Pé Descalço? 

Dançar deve ser um exercício diário onde compreendemos não somente o nosso espaço, mas também do outro (a)... 
A seguir repassamos um conteúdo divulgado pelo Blog “Rosto Colado – Apaixonados pela Dança” e que retrata bem esse momento... 
Vamos ficar atentos galera! Forró não é show solo!    

Chega um momento na vida do aluno em que ele começa a se soltar, a curtir e a sentir que finalmente está conseguindo dançar sem pensar muito, sem contar cada tempinho, sem se preocupar com cada movimento. Nesse ponto, o dançarino se sente à vontade para brincar com a sua dança, criar, arriscar e imprimir a sua personalidade no seu modo de dançar. Ele se sente incrível! O que é muito bom! Mas aí surge a vaidade, esse tal desejo de ser notado e admirado, que vai tomando conta e fazendo com que algumas pessoas dancem mais para quem está de fora do que para a pessoa com quem está dividindo aquela dança. Aí dançar um para o outro vira artigo raro. 
Sem mimimi, a arte envolve sim vaidade. Afinal, ela foi criada pra ser admirada e não para ser escondida. E vamos admitir, é muito bom dançar e perceber que estamos sendo observados. O duro é quando o prazer de dançar se resume simplesmente a “aparecer”. Já não se dança mais tão juntinho, já não se usa mais os movimentos básicos, só os mais arrojados, já não se preocupa mais com a satisfação do parceiro, já se perde a noção do que é salão e do que é palco, e a dança a dois vai virando um “show solo”. 
E aí a gente percebe que lindo mesmo é aquele casal perfeito no meio da pista dançando com uma desenvoltura incrível, totalmente conectados um com o outro e com a música. Eles se olham nos olhos, ela parece prever os movimentos que virão, ele parece prever o que ela deseja. Eles são uma mistura entre dançar um para o outro e dar um show! Isso! É disso que estamos falando! Como é bom sair e ver como as pessoas podem ser lindas dançando para os seus parceiros e ao mesmo tempo tornando o salão mais harmonioso para quem assiste.  


MUSICALIDADE NA DANÇA

Enfim, um tema tão discutido e também importante no universo do Forró!
Porque precisamos desenvolver nossa musicalidade?
O que é isso? Será que eu posso?
A seguir, repassamos a vocês alunos Pé Descalço, um texto bem bacana divulgado pelo Blog “Rosto Colado - Apaixonados pela dança”.
O moço é cheirosinho, educado, sabe um monte de passos bacanas, mas na hora em que a música tá só na manha ele tá querendo fazer um aéreo. Ela tem um sorriso bonito, dança quase todos os ritmos, gira 845 vezes sem ficar tonta, mas não faz sequer um charme quando a música pede. Já viu essa cena?

Pode ser que alguém ache isso bacana, mas praticamente todas as pessoas com as quais já conversei sobre dança concordam: antes um básico bem feito, aproveitando cada nuance da música, do que mil passos tops.
Não falo aqui só do ritmo, mas da tal musicalidade, dessa qualidade de interpretar a música aproveitando cada nota, cada pausa, cada batida diferente. E não é preciso nem mesmo conhecer a canção para conseguir esse feito, basta estar aberto para ouvi-la e treinar sua sensibilidade para absorvê-la e transformá-la em movimento. É o que as pessoas geralmente chamam de “sentir a música”. É como se você estivesse decifrando-a, transformando suas notas em passos, conectando pessoa, dança e música. E isso pode ser feito até mesmo com passos básicos, sem desmerecer as outras figuras, claro!
Pra nossa sorte, existem muitos profissionais que trabalham esse conceito em suas aulas. Mas, é tarefa nossa de dançarinos (todos nós, até quem acabou de começar), tentarmos nos abrir pra essa delícia que é dançar além dos passos, fazendo uma pose quando surgir uma pausa, pisar miudinho quando o ritmo acelerar, sensualizar quando a melodia for sinuosa… Enfim, aproveitar ca-da pe-da-ci-nho da música. Assim, a nossa dança fica muito mais bonita e, o mais importante, muito mais prazerosa.
Veja alguns exemplos onde os dançarinos “transpiram musicalidade”:

Apresentação de improviso Luiz, Ana Flávia, Lucas e Milena em Juiz de Fora - Pé Descalço:

Demonstração de Musicalidade aplicado ao Samba de Gafieira:

Demonstração de Musicalidade aplicado ao Zouk: